Desproteger 1 milhão de hectares na Amazônia não é bom negócio para a agricultura

15/02/2017

Parlamentares do Amazonas e seus convivas que desejam reduzir unidades de conservação criadas no ano passado na Amazônia impõem um risco considerável a um setor da economia que tanto defendem: o agronegócio.

Eles pleiteiam que mais de 1 milhão de hectares sejam “desprotegidos”, pois atrapalhariam interesses econômicos, e o fazem de forma temerosa. Antes, deveriam escutar a ciência.

A preservação florestal tem um papel fundamental no equilíbrio do clima amazônico. E, como todo bom homem do campo sabe, um clima ruim inviabiliza qualquer negócio.

Estudos recentes do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e instituições parceiras mostram que, sem floresta, determinadas áreas da Amazônia podem esquentar demais. Na região do Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, por exemplo, a temperatura aumentou entre 2000 e 2010 quase 0,5 grau célsius. Pode parecer pouco à primeira vista, mas é suficiente para bagunçar padrões regionais de chuva, por exemplo.

Época | BR | Blog do Planeta

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